Já ouviu falar em ‘Escola de Mães’ ? Pois é, até para ser mãe é preciso aprender! E não é só para as de primeira viagem, são para todas!
A Perestroika tem um curso muito interessante dedicado ao exercício de ajudar mães e futuras mães no lado B da maternidade. Aquele lado que envolve a culpa por trabalhar fora, o medo de errar e as angústias do futuro, são alguns dos assuntos abordados. O curso traz uma reflexão sobre as diversas formas de ser mãe e a oportunidade da troca de experiências!
Vejam que lindo esse vídeo realizado pela Perestroika com a participação de algumas mães:
Aqui no blog da Antix não costumamos mostrar vídeos com uma publicidade por trás. Mas para essa campanha gringa da Dove nós tiramos o chapéu!
Como você se vê é como o outro te vê?
“Nós gastamos muito tempo como mulheres, analisando e tentando consertar coisas que não estão completamente certas, e deveríamos gastar mais tempo apreciando as coisas de que realmente gostamos.”
Inspirado no poema de Pablo Neruda, o vídeo ‘The Me Bird’ feito pelo estúdio carioca 18bis, mostra leveza, beleza e encantamento. Assistam que é lindo! #ficaadica
E esse é o poema:
O Pássaro Eu
“Chamo-me pássaro Pablo,
ave de uma pena só,
voador na escuridão clara
e claridade confusa,
minhas asas não são vistas,
os ouvidos me retumbam
quando passo entre as árvores
ou por debaixo das tumbas
qual funesto guarda-chuva
ou como espada desnuda,
estirado como um arco
ou redondo como uma uva,
vôo e vôo sem saber,
ferido na noite escura,
aqueles que vão me esperar,
os que não querem meu canto,
os que me querem ver morto,
os que não sabem que chego
e não virão para vencer-me,
a sangrar-me, a retorcer-me
ou beijar minha roupa rota
pelo sibilante vento.
Por isso eu volto e vou,
vôo mas não vôo, mas canto:
pássaro furioso sou
da tempestade tranquila.”
Saudade…
Palavrinha bonita e dolorosa.
Às vezes é colorida, às vezes é um p&b ingrato.
Acontece a qualquer momento.
Chega sem pedir licença.
Um vai e vem danado.
Mas é sempre uma recordação, uma memória guardada no lugar mais profundo da gente: na alma!
Saudade a gente tem de coisas boas. Sejam elas pequenas ou grandes.
Um cheirinho de infância.
Aquele abraço apertado.
Um beijo roubado.
Aquele sorriso que fez a gente sorrir…
A saudade tem seu encanto, tem sua lágrima, às vezes tem até um nó na garganta, mas às vezes traz gargalhadas!
No Dia da Saudade, a gente percebe que viver é deixar saudades pelo caminho em momentos que guardaremos para sempre!